
O principal diferencial para a companhia original de Stuttgart é a letra G para determinar todos os modelos SUV/crossovers da marca. O restante do nome vai corresponder à classe em que o modelo pertence. Por exemplo, o atual ML, passará a se chamar GLE (sendo o G para SUV e o E em referência ao porte da Classe E). O mesmo acontece com o GLA, GLC (atual GLK) e o GLS (atual GL).
Para os sedãs e os cupês de quatro portas, as siglas continuarão as mesmas (por exemplo, CLA e CLS, mas também respeitando as classes que cada um pertence). No caso dos conversíveis, apenas o SLK sofrerá alteração, passando para SLC.
Para designar os sistemas de propulsão a Mercedes também vai adotar um padrão mais simples. Os atuais BlueTEC e CDI (diesel) vão ser identificados apenas pela letra d; Electric Drive apenas pela e; Gás natural apenas pela c; célula de combustível apenas pela f; e os híbridos pela letra h. Por exemplo, troca-se E400 Hybrid por E400h e GLK250 BlueTEC por GLC250d. Os carros impulsionados com gasolina não recebem nenhuma designação especial.

Ainda na onda de simplificar o portfólio, a Mercedes-Benz vai atribuir à sua gama Maybach o mesmo tratamento da divisão esportiva AMG. Os modelos Maybach serão tratados como Mercedes-Maybach (assim como os Mercedes-AMG) e serão correspondentes aos produtos mais luxuosos da companhia.
O primeiro lançamento da Mercedes-Maybach será uma versão ainda mais sofisticada e requintada da Classe S, que será apresentada durante o Salão de Los Angeles no final de novembro. Segundo a fabricante, os Mercedes-Maybach vão representar o que há de mais exclusivo na empresa, entregando mais espaço interno, assentos especiais e um interior refinado.
