
Então, em 1914 a Philips lançou sua primeira lâmpada automotiva, e desde então começou essa centenária história de inovação, iluminando o caminho dos automóveis, o que permitiu transformar o carro no que ele é hoje. De lá para cá, muita coisa mudou, pesquisas e novas tecnologias foram colocadas na lâmpada, acompanhando as imensas mudanças da necessidade dos carros, afinal não dá para comparar um Ford T com um superesportivo moderno.
Os tempos mudaram e a “visão” dos faróis do automóveis, caminhões e ônibus foi evoluindo até chegar ao X-treme Vision, um modelo que a Philips desenvolveu, capaz de aumentar em 100% a capacidade de “visão” do seu veículo. E a sua também, claro!
A explicação para este aumento na luminosidade está calcada na sua tecnologia única, baseada em um único filamento e geometria otimizada. A X-treme Vision utiliza vidro de quartzo e preenchimento com gás de alta pressão, que lhe dá grande duração e aumenta a visibilidade em 35 metros, na comparação com lâmpadas comuns. Você e o seu carro passam a “ver” melhor e ele também ficará mais visível para pedestres e motoristas.
A visibilidade maior faz parte do ciclo ativo de segurança, pois um motorista que enxergue melhor consegue se antecipar aos perigos do trânsito e com maior tempo de reação pode evitar um problema muito grande. Uma lâmpada que ajude o motorista a enxergar melhor deve ser considerada mais um sistema de segurança do carro.
E outra vantagem da X-treme Vision é que ela é uma lâmpada que pode ser utilizada em qualquer modelo de carro, antigo ou novo, tanto para faróis de refletor, quanto projetor, independente do ano do carro. E a troca é muito simples, sem necessidade de nenhuma adaptação elétrica. É como a lâmpada da sua casa: você tira a lâmpada antiga e coloca a nova para sair enxergando melhor.
Outro detalhe: se você pensa que com esta potência de luminosidade, a X-treme Vision ofusca o motorista que vem no sentido contrário, engana-se. Isto não ocorre. Tanto, que Inmetro e Contran a aprovam. Falando em normas, o diretor do Observatório Nacional de Segurança Viária, Paulo Guimarães, lembra que o artigo 40 do Código de Trânsito Brasileiro obriga o condutor a manter aceso o farol baixo à noite e no interior de túneis de dia. Nas vias sem iluminação, deve-se usar luz alta, exceto quando cruzar com outro.

