Ela, 37 anos, produtora executiva, com programa na MTV (“Ensaios & Clicks”), expansiva, mãe de um filho de quatro anos, dona de três cães, roda por toda São Paulo o mês inteiro para compor todos os cenários e elencos para seu trabalho e adora carro desde pequena.
Ele, 43 anos, empresário do ramo comercial, despojado e retraído, é solteiro e conhece bem automóveis, lê todas as publicações do ramo, incluindo, claro, a CARRO e a RACING. Ambos não se conhecem, fazem parte de mundos diferentes, mas gostam de automóveis, com maior ou menor intensidade.
Convidamos os dois, Juliana Hirschmann e Renato Carrieri, para conhecer o novo Mitsubishi Lancer HLE. As reações, apresentadas de maneiras diferentes, levaram a um só lugar: a nova versão do modelo da Mitsubishi agrada a quem busca conforto, segurança e prazer de dirigir.
TÃO MACIO QUE PODE VIRAR SALÃO DE BELEZA
Primeira a utilizar o carro, Ju, como Juliana gosta de ser chamada, levou o filho à escola e pode sentir a segurança que o carro oferece. Adaptou-se rapidamente ao câmbio CVT e não parou um instante de elogiar o carro.
“Com um carro desses dá até vontade de pegar este trânsito de São Paulo. A gente não cansa, o som é ótimo. É um conforto só”, elogia a produtora. Outro destaque para ela é a maciez do rodar. Se eu levar uma amiga ao meu lado, ela, com certeza, poderá se maquiar enquanto dirijo, e até mesmo passar o rímel, pois ele não balança nada.
O elogio para a ergonomia deixou até o Lancer HLE ruborizado: “É sensacional! Todos os comandos à mão, um volante macio, os bancos anatômicos e olha estas borboletas (paddle shifters, seis velocidades) para trocar marchas. Nossa Senhora, que espetáculo de carro!”
Ela destaca que tem 1,74 m de altura e mesmo assim tem espaço no banco da frente e também quando vai de carona no Lancer. Toda vez que passava por um dos inevitáveis buracos de nossas ruas, ela acariciava o painel do Lancer, pedindo desculpas: “Me desculpe meu querido, não deu mesmo para escapar…”
Seu sonho agora é pegar o seu Lancer HLE e seguir para sua casa em Serra Negra, onde passa os fins de semana de folga, ou levar o filho para a praia, em Ubatuba. Ela gosta de jogar videogames e o faz “escondido” do menino, para não influenciá-lo a se tornar um viciado no jogo eletrônico, como ela.
Não faz coleção nenhuma e se classifica da turma do “desapega”, se desfazendo de tudo o que não lhes faz falta. “Só não vou me desapegar deste carro. É demais”, conclui.
DESIGN MARCANTE E SUSPENSÃO ELEGANTE
Ao andar na nova versão do Lancer, Renato aproveitou e foi até Alphaville para uma reunião. Começou elogiando o design que, para ele, é um clássico, “sem os vincos que fariam o carro ficar velho muito cedo. Olha a frente como ficou bonita, elegante. E isto, sem o deixar careta”, acrescenta.
Elogiou a nova suspensão, que alterou a altura do carro, com o vão livre do solo ainda maior, 170 mm; os pneus (205/60 R16), mais altos que, como observou, ajudam a enfrentar os buracos das nossas cidades. Apesar de adepto ao câmbio manual, Renato gostou do CVT do carro, que simula a troca de marchas, quando no automático, e reduz, quando passa para o manual, nos paddle shifters, ou na alavanca.
Mais um elogio, desta vez para o volante, com uma relação direta muito boa e que permite “alguns abusos na troca brusca de faixas, sem causar qualquer susto”. Quanto à ergonomia, atribuiu nota 10, como anunciam os locutores dos concurso das escolas de samba. Outra nota máxima para o sistema multimídia e para a visibilidade, sem pontos cegos.
A ergonomia, que mereceu atenção especial de Renato, lhe proporcionou sua posição preferida de dirigir e foi bem avaliada pelo empresário, assim como o volante, com sua boa empunhadura e possibilidade de ajuste de altura e profundidade. O painel é de fácil leitura e o nível de informação muito bom. Renato também é paisagista. Conhecedor de carros, ele tem certeza que a Mitsubishi também acertou no HLE e que “isto trará sérios problemas para a concorrência”.
LANCER, A PAIXÃO DE PAULO CÉSAR
Ao acompanhar o tio em um test-drive, ele não dirigiu o carro, mas gostou. Depois que testou, comprou o seu. Paulo César Miele Filho é apaixonado por seu Lancer 2.0 MT e se prepara para trocar por outro. Pensou em experimentar outro modelo, mas vai ficar mesmo no Mitsubishi. Isso é questão de tempo para este estudante de Engenharia (Federal de São Bernardo do Campo), que trabalha na empresa da família. Por que esta paixão?
Paulo César não deixa dúvidas: “Dirigi-lo me dá um prazer, com seu motor, que atende às minhas cobranças; a direção é sempre precisa. Tudo nele é bom”. E ele cuida bem do seu Lancer, fazendo todas as revisões, desde que o comprou há dois anos.
HLE, O LANCER GENTIL E SEUS “IRMÃOS”
Com muitas novidades, destacando-se a nova suspensão (Confort Oriented), rodas e pneus para maior conforto, chegou a versão HLE do Mitsubishi Lancer, que aceita os desafios do trânsito urbano e as viagens com a família, com muito espaço interno, dirigibilidade e segurança.
Fabricado no Brasil, o HLE, que custa R$ 85.490, faz crescer a família Lancer, que oferece também o GT, por R$ 89.490, o HL, R$ 73.990 e o MT, por R$ 68.990. O motor é o MIVEC 2.0, 4 cilindros 16 v, comando variável e injeção eletrônica a gasolina.









