
Visualmente, está presente a tradicional grade frontal em formato de duplo rim, agora 40% maior em relação ao modelo anterior, com a tecnologia que controla os defletores de ar para melhorar a aerodinâmica e a eficiência do veículo. Além disso, as lanternas ficaram mais finas e exibem desenho tridimensional, enquanto os faróis dianteiros estão mais estreitos e trazem a tecnologia BMW Laserlight.

Sob o capô está o motor 3.0 de seis cilindros que entrega 286 cv de potência, aliado a um propulsor elétrico com 113 cv e regeneração de energia de frenagem. Segundo a fabricante, juntos, eles rendem potência combinada de 394 cv e 61,1 kgfm de torque máximo, quando selecionado o modo Sport. A tração é traseira e a transmissão é a automática de oito velocidades. Com esse conjunto, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em 5,3 segundos e atinge a velocidade máxima de 250 km/h. Sua autonomia no modo elétrico é de até 58 km.

Há ainda faróis de neblina em LED, assistente de farol alto, multimídia com preparação para Apple CarPlay, TV digital, cortina elétricas nos vidros, bancos dianteiros e traseiros com ajustes elétricos e massagem, direção elétrica, Start/Stop, controle de estabilidade e tração, seis airbags e Head-up display.
Leia mais


A BMW CANIBALIZOU a 745Le em relação a versão 750. Anotem:
O que existia na 750 que retiraram dessa 743Le:
– motor
– tablet do banco traseiro
– Sky view do teto solar (1.000.000 estrelas)
– o desenho gomado dos bancos é só uma tira ao passo que a 750 é totalmente gomado
– O interior das 4 portas seguem o item anterior
– A suspensão deixou de ser pneumática
– Tiraram o estepe
– O som é inferior
– Tiraram as mesinhas dos bancos traseiros
– O ar condicionado agora é de 2 zonas (a 750 é de 4 zonas)
– O painel de instrumentos é emprestado da série 3 (pasmem)
– Tiraram a geladeira que tinha entre os dois bancos traseiros
– O revestimento do porta-treco que fica entre os dois bancos dianteiros não tem gomados de couro pespontado