Atualmente, o Chevrolet Onix é o modelo da GM mais vendido no Brasil

A General Motors está comemorando uma marca histórica para a companhia nesta semana. Nesta segunda-feira (4), a fabricante alcançou o número de 500 milhões de automóveis produzidos globalmente desde a sua fundação, em 1908. Atualmente, o conglomerado é formado por dez marcas de carros, com produção em 30 países, sendo o Brasil seu terceiro maior mercado.

Durante evento realizado no Kansas, EUA, a CEO da GM, Marry Barra, lembrou algumas das inovações da indústria automobilística que estrearam em veículos da companhia, como a suspensão independente (em 1934), o câmbio totalmente automático (em 1940) e o airbag (em 1974). Outra inovação foi “o motor de partida elétrica, em 1912, que possibilitou que as mulheres pudessem dirigir sem ter que girar uma manivela pesada”, segundo Barra. 

Celta foi um dos modelos mais produzidos pela GM do Brasil
No Brasil, os modelos mais produzidos pela GM foram o Corsa (3 milhões de unidades), Celta (1,8 milhão de unidades) e Chevette (1,4 milhão de unidades). No ano passado, foram vendidos cerca de 580 mil automóveis da Chevrolet por aqui.

PARA O ALASCA, DE S10
Para celebrar no Brasil os 500 milhões de veículos produzidos, a GM realizou uma cerimônia na Associação Brasileira de Concessionários Chevrolet (Abrac), onde uma comissão julgadora analisou histórias de clientes sulamericanos com grande afinidade com a marca para escolher um que merecesse receber 
um Cruze Sedan 0 km. 

Casal Palhares e Joselle recebem a chave do Cruze Sedan das mãos dos executivos da GM

O casal premiado foi Amandio Palhares e Joselle Pinheiro, proprietários de uma picape S10. Os dois ganharam o prêmio após contarem sua história de terem viajado 65.000 km (ida e volta) de Goiânia até o Alasca, estado dos Estados Unidos que faz fronteira com o Canadá. 

A viagem durou nove meses e percorreu 16 países. Para isso, a picape foi transformada praticamente em um trailer, aproveitando a caçamba para abrigar camas, sanitário, fogão, geladeria e até um chuveiro. “Não tivermos sequer um pneu furado durante todo o trajeto”, conta Palhares, que agora planeja cruzar os continentes africano, europeu e asiático até chegar à Oceania.

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