Marca britânica está confirmada para comercialização de veículos em território nacional

A Lotus confirmou suas operações no Brasil, por meio de um grupo importador. Sob o comando do grupo Geely, a marca será responsável por brigar no segmento de luxo no Brasil. Para isso, a gama atual de veículos está cotada para desembarcar no Brasil entre este ano e 2027.

No centro dessa estratégia estão o Emira, o Eletre e o Emeya, três modelos que, embora compartilhem o DNA de performance da marca britânica, atendem a propósitos e eras completamente distintos.

Lotus Emira

O Lotus Emira posiciona-se como um esportivo de motor à combustão central que prioriza a conexão visceral entre máquina e condutor. Ele é oferecido com duas opções de motorização, um bloco 2.0 turbo de quatro cilindros desenvolvido pela AMG, que entrega 360 cavalos, e o icônico 3.5 V6 sobrealimentado de origem Toyota, capaz de gerar 405 cavalos de potência. Com um chassi de alumínio colado e uma direção de assistência hidráulica, o Emira foca na agilidade característica da Lotus, permitindo uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 4,3 segundos na sua versão mais potente.

Lotus Eletre

O Lotus Eletre inaugura uma nova era como o primeiro “Hyper-SUV” elétrico da companhia. Distante do minimalismo do passado, o Eletre utiliza a plataforma EPA (Electric Premium Architecture). Em sua configuração topo de linha, o Eletre R, o utilitário entrega impressionantes 905 cavalos de potência e 100,4 kgfm de torque através de um sistema de tração integral com dois motores.

Esse conjunto permite que um veículo de dimensões generosas atinja os 100 km/h em 2,95 segundos. Além da força bruta, o Eletre se destaca pela arquitetura de 800 volts, que permite recargas ultra-rápidas, e por um conjunto de sensores LiDAR implantados na carroceria, prepara o modelo para níveis avançados de condução autônoma.

Lotus Emeya

O Lotus Emeya se apresenta como o “Hyper-GT” da marca, um sedã de quatro portas totalmente elétrico projetado para rivalizar diretamente com nomes como o Porsche Taycan. O Emeya compartilha grande parte da arquitetura mecânica do Eletre, mas com um foco refinado em aerodinâmica ativa e centro de gravidade baixo.

No conjunto de suspensão, o sedã conta com sistema a ar controlado eletronicamente. Para aprimorar a dinâmica e desempenho, o Emeya conta com uma asa traseira ativa que gera mais de 215 kg de sustentação negativa em altas velocidades. A versão mais forte também supera os 900 cavalos.

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