
A tendência é que, quando a produção de um veículo é encerrada, seu seguro aumente, principalmente, porque há redução no volume de peças disponível, o que pode elevar consideravelmente o custo de um conserto. “Com o passar do anos já é uma tendência natural que o preço dos seguros vá ficando mais caro. Porém, quando há a parada de produção de peças o valor se eleva ainda mais já que suas peças começam a valer muito no mercado ilegal por não serem mais fabricadas”, explica Paulo Marchetti, CEO Brasil da Compara.
Além disso, pesa o fato de que muitas pessoas não querem ter um carro fora de linha, elevando a oferta desses modelos para venda. Muita oferta e pouca procura. Isso somado ao custo de manutenção e falta de peças faz com que o valor do veículo também sofra uma desvalorização acelerada. Vale lembrar ainda que algumas seguradoras podem recusar a apólice desses modelos, como acontece, por exemplo, com veículos antigos.
“Muitas pessoas optam por carros mais antigos por terem preços mais baixos e esquecem que também serão mais visados, o que afeta o valor do seguro. Se o ciente optar pelo modelo fora de linha, a dica é comparar entre várias seguradoras, pois a diferença de preços pode ser bem grande”, orienta Marchetti.
Leia mais
