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Dia da Cerveja. Veja o Estado com mais motoristas bêbados

Foto: arquivo/Revista CarroFoto: arquivo/Revista Carro

Foto: arquivo/Revista Carro

Dia Nacional da Cerveja. Taxa de motoristas alcoolizados aumenta 44% comparado a 2022. Entre os acidentes, um a cada 100 acontece por embriaguez

O Estado que tem mais motoristas bêbados de acordo com o levantamento do Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito) é Minas Gerais. Ao todo, 43.518 motoristas foram flagrados dirigindo alcoolizados nos cinco primeiros meses do ano, um aumento de 44,5% comparado ao mesmo período de 2022. O número de multas aplicadas é inferior, 30.104 multas registradas, segundo uma pesquisa do Doutor Multas, empresa especializada em infrações de trânsito. Entre os acidentes, um em cada 100 acontecem por embriaguez.

Acidente envolvendo dois carros no DF (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

 

O levantamento aponta que os Estados que mais sofrem infrações da Lei Seca são:

1. Minas Gerais > 28,11%
2. São Paulo > 15,62
3. Paraná > 7,01%
4. Acre > 6,88%
5. Mato Grosso > 6,36%

Segundo dados da Senatran, as multas mais emitidas no Brasil de janeiro a maio de 2023 foram:

  1. Transitar em velocidade superior à máxima permitida em até 20%: 12.280.982;
  2. Transitar em velocidade superior à máxima permitida em mais de 20% até 50%: 2.048.670;
  3. Avançar o sinal vermelho do semáforo: 1.691.593;
  4. Deixar o condutor de usar o cinto segurança e deixar o passageiro de usar o cinto segurança: 1.086.112;
  5. Estacionar em desacordo com a regulamentação especificada pela sinalização, estacionamento rotativo, ponto ou vaga de táxi, vaga de carga/descarga, vaga portador necessidade especiais, vaga idoso, vaga de curta duração: 1.023.055.

A Lei Seca completou 15 anos em junho de 2023. E para reforçar a importância, o Centro de Informações Sobre Saúde e Álcool apresentou um dossiê, com dados do Ministério da Saúde, sobre os acidentes provocados pela mistura de álcool e direção.  O documento revelou que, por causa dessa combinação, somente em 2021, 10.887 pessoas perderam a vida; uma média de 1,2 óbito por hora.  O psicólogo e pesquisador do Centro de Informações Sobre Saúde e Álcool, Kaê Leopoldo, ressalta que uma simples mudança de hábito dos condutores pode tornar esses números mais positivos.

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