A primeira bateria de íon-lítio da Tesla saiu das linhas de produção da nova “Gigafábrica” da companhia nesta semana. A notícia importa porque, segundo a expectativa da empresa, o local contribuirá, sozinho, para dobrar a capacidade de produção deste tipo de bateria para automóveis elétricos no mundo. 

Fábrica de baterias da Tesla dobrará capacidade de produção mundial

A fábrica também desempenha um papel estratégio importante para os Estados Unidos. Ela é a primeira de grande volume no país, tornando-o um jogador mais relevante nesta corrida dominada por países asiáticos (sobretudo a China, Japão e Coreia do Sul). Mas vale lembrar que há um dedo asiátio nesta história, uma vez que a Gigafábrica é fruto de uma parceria entre a Tesla e a Panasonic.

Atualmente, a fábrica ainda não entregou nem um terço de sua capacidade. Os 4,9 milhões de metros quadrados da planta no estado de Nevada estão empregando 2,9 mil pessoas diretamente (outras quatro mil indiretamente), mas até o final de 2020 terá espaço para 6,5 mil funcionários. 

Model 3 será um dos beneficiários da fábrica

As baterias que já estão sendo feitas lá, por enquanto, não estão equipando nenhum carro (serão usadas como estoque de energia). Mas em breve estarão no assoalho do novo Model 3, o modelo compacto da Tesla que chega ao mercado até o ano que vem. 

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