Para Nicolau Carrieri, o Accord se encaixa muito bem no seu perfil

No dia 13 passado, dois “pilotos de testes” falaram sobre o que eles acharam dos Honda Accord V6 e 2.4, na viagem de 150 km que eles fizeram e cuja reportagem especial você acompanha na edição de maio da revista CARRO e ao longo do mês no CARRO ONLINE. Veja agora o que os outros dois personagens revelaram dos modelos.

Lucas Barboza de Oliveira

“Gosto de sedãs”, sentencia Lucas Barboza de Oliveira, designer de 26 anos, assim que entrou no Honda Accord para testá-lo. Apesar de declarar que seu sonho é ter um Mercedes e ou um BMW, ele ficou visivelmente feliz ao assumir a direção da versão V6 da Honda. “É um carro bem adaptado ao trânsito urbano e muito confortável”, comentou, já nos primeiros momentos.

Lucas é um admirador de carros clássicos, que inspiram maturidade e seriedade. Embora jovem, aprecia automóveis com design mais conservador. “Minha namorada diz que sou um velho feito às pressas”, diverte-se. No entanto, pondera: “Os últimos modelos da Honda têm a proposta de oferecer um design que agrada a faixas etárias mais baixas”.

Na sua rotina diária, Lucas não usa o seu Toyota Corolla. Opta pelo transporte público para ir ao trabalho, onde faz desenhos técnicos de móveis e tapetes. “Carro, para mim, é lazer”, explica. Assim, dirige só nos fins de semana para levar a namorada ao shopping, restaurante ou cinema.

Mas também viaja — pega a estrada para ir ao sítio e muitas vezes leva a avó. “Ela é exigente, quer conforto no banco de trás”, conta. Por isso, elogia as condições para os passageiros e repara logo que o ar-condicionado pode ser ajustado individualmente.

Outro aspecto importante é a confiança que os carros devem oferecer aos motoristas. Nesse sentido, elogia a indústria japonesa: “São carros feitos para rodar 15, 20 anos sem problemas mecânicos. Nunca dão defeito”, garante. Elogia a boa resposta do motor Honda e as seis marchas do câmbio automático. “É um motor adequado ao porte do carro e o câmbio é uma maravilha”.

Lucas confessa que gosta de painéis com design bonito e, atento a detalhes, observa: “O painel do Honda é bem imponente, com dois andares e recursos de controles muito úteis, como, por exemplo, a informação do consumo de gasolina em tempo real”. Também enaltece o botão de partida, que dispensa chaves (“é mais um luxo”) e a luz de ré (“é bom de estacionar”). Para finalizar seu teste, observa que um carro adequado aos tempos atuais têm de ser, ao mesmo tempo, discreto, para não chamar atenção, e imponente, para dar status. O Honda Accord, para ele, tem todas essas qualidades.

Nicolau Carrieri

Nicolau Carrieri é profissional de TI, 49 anos, casado com dois filhos. Sua paixão por carros não está ligada ao design, à velocidade e à tecnologia. Apenas gosta de carros como transporte e ícone pessoal. “Não gosto de correr”, diz. “Mas acredito que potência é segurança, principalmente nas ultrapassagens”. Conduzindo o Honda Accord ele reconhece as qualidades do motor de maneira direta e simples: “É gostoso de dirigir, responde rápido”.

Para ele, o Honda Accord encaixa-se perfeitamente no seu perfil. “Gosto de sedãs que permitem fazer manobras com segurança. É uma questão de estilo, de me sentir bem”, justifica. E aponta algumas qualidades do modelo que lhe chamam a atenção: “O design, o grafismo do painel e os recursos disponíveis”. Lamenta a falta de um GPS como item de série, mas elogia a câmara acoplada no retrovisor externo do lado do passageiro. “A imagem se forma numa pequena tela em frente ao motorista e diminuí os pontos cegos do retrovisor.

Além disso, não é preciso ficar olhando para o lado, o que facilita a concentração no trânsito”. Demora alguns segundos para descobrir que a câmara é acionada automaticamente sempre que liga a seta para entrar à direita. “Muito legal esse recurso”, comenta. “É importante para a segurança ter uma boa visão do que está acontecendo atrás e nas laterais do carro enquanto se dirige.”

Nicolau dirige com segurança e mantém a velocidade constante nos 120 km/h. Por conta disso, o marcador de consumo de combustível chega a registrar um índice superior a 14 km/l. “Muito econômico, principalmente levando-se em conta que o ar condicionado está ligado”, salienta.

Elogia também o conforto oferecido pelos bancos, com vários ajustes eletrônicos, e a suspensão, que não permite nenhuma trepidação mesmo em alta velocidade. “Os carros japoneses são confiáveis, com baixo custo de manutenção, muita segurança e qualidade de acabamento. Talvez não sejam top em todos as características, mas têm sempre muita qualidade”, resume. “Se é para ter um carro que pode durar 15 anos, essa é uma ótima escolha.”

Depois de uma hora conduzindo o Honda Accord, Nicolau termina seu teste com um sorriso. “Foi uma ótima experiência. É sempre um prazer estar em um carro moderno e de boa qualidade”.

 

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