O Peugeot 208 tem um visual distinto do 308 argentino, mas repete duas características (uma boa, a outra nem tanto) do irmão maior. Ainda que tenha recebido boas críticas e ofereça um custo-benefício atraente, o seu desempenho nas vendas nunca empolgou.  

Em 2015, o 208 obteve resultado tímido entre os compactos mais vendidos do Brasil, ficando à frente apenas do Chery Celer. A Peugeot não cita números, mas espera recuperar parte de sua participação no segmento com a primeira reestilização do modelo fabricado em Porto Real (RJ) e o lançamento de uma inédita versão apimentada, a GT, com motor turbo (que a Motorpress já comparou com o Fiat Punto T-Jet). 

Os valores pedidos pela linha 2017 do compacto são os seguintes:

208 Active 1.2 manual: R$ 48.190
208 Active Pack 1.2 manual: R$ 51.690
208 Allure 1.2 manual: R$ 54.990
208 Allure 1.6 automático: R$ 59.090
208 Sport 1.6 manual: R$ 60.990
208 Griffe 1.6 automático: R$ 64.590
208 GT 1.6 THP manual: R$ 78.990

 
Visual do 208 GT se diferencia por detalhes escurecidos

O desenho bem resolvido do 208 dificulta reformulações, então a Peugeot seguiu o caminho tradicional ao mexer, basicamente, em parachoque dianteiro, faróis e lanternas.

Na frente, a área das luzes de neblina foi reformulada, e os faróis ganharam canhões elípticos no facho baixo na versão topo de linha. Atrás, as lanternas adotam um novo arranjo de luzes, e são os únicos itens externos que não são iguais à versão reestilizada do 208 europeu.

A maior novidade está no conjunto mecânico das versões de entrada e topo. O mais caro 208 agora é o já citado GT, com um 1.6 turbo de 173 cv (igual ao usado no 2008 THP). A versão esportiva chega às lojas neste mês.

Lanternas com máscara negra e aerofólio marcam estilo do GT

As variantes iniciais do 208 aposentam o 1.5 de 93 cv e agora adotam o novo motor 1.2 de 90 cv e 13 kgfm da família Puretech, importado da França (segundo a Peugeot, a produção local só valeria a pena a partir de 100 mil unidades/ano). O motor de três cilindros é o primeiro entre os carros nacionais de 12V a ter cilindrada superior a 1 litro.

Sérgio Davico, gerente-geral de produto da Peugeot, afirmou que a opção pelo motor de 1,2 litro se deu para entregar, sobretudo, mais torque do que os equivalentes 1.0 do mercado. Num primeiro contato com o 208, a fabricante não disponibilizou a versão 1.2 para avaliação, mas garantiu que a dirigibilidade é superior à da antiga versão 1.5, com um consumo 37% menor e preço igual.

De acordo com a empresa, todas as versões do novo 208 obtiveram a nota A no programa de etiquetagem do Conpet.

Interior do 208 GT tem detalhes vermelhos e que imitam fibra de carbono

O pacote de equipamentos do 208 ano-modelo 2017 é similar ao da linha antiga, com ar-condicionado, trio elétrico e direção com assistência elétrica de série em todas as sete versões.

Os airbags laterais passam a equipar o modelo a partir da versão Active Pack 1.2, junto de ar-condicionado de duas zonas. O motor 1.6 16V de 122 cv segue em linha na inédita versão Sport, com câmbio manual, e na Allure e na Griffe, com caixa automática de quatro marchas. Mesmo compatível com o motor 1.2 na versão turbo, o câmbio automático de seis marchas segue fora dos planos para o Brasil.

Toda a gama tem três anos de garantia total, além de revisões com preços fixos. A Peugeot pretende vemder cerca de mil unidades do 208 por mês. CARRO ONLINE acompanha o lançamento do modelo e publicará mais informações oportunamente.

Viagem a convite da Peugeot do Brasil

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